




A ciência é indispensável para diagnóstico, conduta e tratamento.
Mas a experiência do paciente mostra como o sofrimento aparece na vida real: no sono que não recupera, na irritabilidade que afasta,
na ansiedade que limita, na medicação que incomoda, na recaída que traz culpa, na dificuldade de pedir ajuda.
Escutar não significa concordar com tudo, nem transformar relato em diagnóstico automático.
Mas sim reconhecer que o cuidado fica mais preciso quando conhecimento técnico e experiência vivida entram na mesma conversa.

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Não existem verdades absolutas.